Cidades localizadas às margens de grandes rios enfrentam um desafio recorrente durante os períodos de cheia: o sistema natural de escoamento pluvial, que normalmente depende da gravidade para levar a água da chuva até o rio, deixa de funcionar quando o nível da água ultrapassa a altura das galerias. É o que acontece em Santarém, no Pará, durante os meses de cheia do Rio Tapajós — cenário em que a locação de motobombas centrífugas se torna essencial para a infraestrutura da cidade. Para reforçar essa frente, a Itubombas iniciou uma nova operação de bombeamento no município, ampliando sua atuação na Região Norte do Brasil.
Em condições normais, a água da chuva é escoada por gravidade através das galerias de drenagem até o rio. O problema surge quando o nível do rio sobe: nesse momento, a água do próprio rio passaria a invadir a cidade pelas tubulações, em vez de escoar para fora dela.
Para evitar esse retorno, as comportas de drenagem são fechadas durante o período de cheia. A partir desse momento, o escoamento das águas pluviais deixa de depender da gravidade e passa a depender exclusivamente de bombeamento mecânico — e é aí que entram as motobombas.
Sem capacidade suficiente de bombeamento, as áreas mais baixas da cidade ficam vulneráveis a alagamentos, mesmo com chuvas de intensidade moderada, simplesmente porque a água não tem para onde escoar.
A operação em Santarém segue um critério técnico objetivo, baseado no nível do Rio Tapajós:
Quando o rio atinge esses níveis, os equipamentos são mobilizados e entram em operação, com acionamento acompanhando a evolução do nível da água.
A mobilização inicial do sistema de bombeamento conta com:
A Itubombas é responsável por todo o ciclo da operação — desde a instalação e o comissionamento dos equipamentos até o suporte técnico durante os períodos críticos, com atendimento compatível com a operação 24 horas por dia do cliente.
Como o acionamento da operação depende diretamente do nível do Rio Tapajós, o acompanhamento diário das condições hidrológicas da região é parte essencial da estratégia. O monitoramento é feito por meio do Boletim Diário do Rio Amazonas, divulgado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), que acompanha o nível do Tapajós e de toda a bacia amazônica.
Esse tipo de acompanhamento permite antecipar a mobilização de equipes e equipamentos antes que a cidade seja efetivamente impactada pela cheia, reduzindo o tempo de resposta em momentos críticos.
Uma nova frente de atuação na Região Norte
Essa operação marca a chegada da Itubombas a Santarém, ampliando sua presença geográfica para uma região onde eventos climáticos sazonais geram demanda recorrente por soluções de bombeamento — um movimento que reforça o papel da locação de motobombas como ferramenta de infraestrutura urbana, e não apenas como solução emergencial pontual.